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O sexo e o campo

por Mafalda, em 19.07.14

Com o nosso capital erótico em baixa, resolvemos rumar por uns dias até à capital para sentirmos as sensações de uma cidade cosmopolita. Foi lá que fomos ver o filme “Sexo e a Cidade 2”. Andamos pelos locais da moda, entre restaurantes, bares, discotecas e lojas sempre na busca de algo inspirador para darmos assas à imaginação e a novas fantasias.

 

Tudo o que estávamos a conseguir era chegar ao quarto de hotel, tirar os sapatos e as roupas que tínhamos escolhido a rigor e ir para a banheira relaxar antes de nos atirarmos para a cama e dormir, dormir.

 

Antes que fosse tarde demais, ao terceiro dia vazamos dali e fomos para uma casa de campo já às portas do Alentejo. Éramos os únicos hóspedes e para nosso regozijo a gerente estava ausente durante o dia.

Soalheira, piscina, grandes árvores com sombras convidativas para as sextas, terra lavrada, celeiro, doces, licores, fruta da época, e comida caseira. Fatos de banho, t-shirts, calções e pé descalço. Começamos a olhar um para o outro e a sentir aquela química a fervilhar.

 

Até a imaginação teve direito a descanso. Os corpos e o desejo falavam por si. Sentimos o cheiro e na pele a terra lavrada, “dormimos” sextas mais acordados do que nunca. Refrescamo-nos na piscina esquecendo os fatos de banho. Visitámos o celeiro e acabamos a cavalgar em cavalos virtuais apenas em cima das selas.

 

Noites no terraço a beber uns licores, conversar, gargalhar e numa das noites a ouvir a D. Elvira a contar histórias sobre a região, a origem da quinta. Tudo com um sabor inspirador e a mente liberta.

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