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Como poderá tornar-se numa mulher sexy?

por Mafalda, em 14.12.14

A sensualidade é um dos trunfos da mulher. Ficam algumas dicas a ter em conta para se tornar numa mulher sexy e ousada.

Não, não é verdade que só porque veste 36, ter um cabelo bem tratado, usar um vestido decotado e uns sapatos altos a torna sexy.

O primeiro passo é ter confiança em si, independentemente do tamanho que veste, da cor dos cabelos ou do rosto mais comprido ou largo. As mulheres são só por si bonitas e elegantes quando estão de bem com a vida e assumem as suas convicções.

Gordinhas magras.jpg

 

Não siga estereótipos e descubra o seu estilo. Se se sente bem numas calças de ganga e numa t-shirt, é assim que se deve apresentar (não descurando, é claro, situações em que o momento e acontecimento exige outro tipo de vestuário).

Também nunca se sentirá sexy se estiver frequentemente com uma atitude pessimista. A balança deve estar avariada, o homem com quem conversei no bar elogiou a minha beleza e simpatia, mas nunca telefonou….

Ser sexy quer dizer que se está disponível para nos libertarmos de tabus e encontrarmos formas de nos sentirmos bem. Não fique à espera que alguém o faça por si ou do momento certo.

Não feche a balança no armário, nem tape o espelho. Procure apenas ter uma alimentação equilibrada, fazer exercício físico que a balança e o espelho passarão a ser os seus melhores aliados. Contudo, não se sinta culpada quando lhe apetece comer um bolo ou um gelado cheio de calorias, se o degustar com prazer, a sua sensualidade sair-lhe-á pelos poros.

Nunca se esqueça que o ser sexy nada tem a ver com o ser gorda ou magra. Tire partido das suas próprias curvas, dos seus pontos fortes e evidencie-os.

Procure estimular o que realmente gosta ou gostaria de fazer. Porque não tirar um curso de massagens? É uma das melhores formas de descobrir o corpo, de dar e receber prazer.

Coloque a água a correr na banheira, encha-a de sais ou óleos aromáticos, ponha música a tocar e acenda velas. Quando espalhar creme no corpo descubra cada centímetro do seu corpo, há tantas partes que certamente nunca foram tocadas…

Atreva-se!

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Da depressão à acção

por Mafalda, em 21.11.14

Há cerca de um ano, uma das minhas melhores amigas entrou numa depressão profunda após um divórcio. Medos, fobias, insónias e fármacos atrás de fármacos que em nada pareciam ajudar.

 

O grupo mais restrito das cinco amigas conseguiu arrastá-la, em Maio último, para um SPA durante uma semana.
Falamos de projectos profissionais, das viagens que já tínhamos feito e das que gostaríamos de fazer, dos nossos sonhos e fantasias. Entrava num pranto quando a conversa descambava para os desejos e prazeres da sexualidade de cada uma. Dizia que não entendia nada do que estávamos a falar porque ela tinha sido casada durante 15 anos com um homem que amava, era mãe de dois filhos adoráveis e não compreendia porque é que o marido lhe tinha dito simplesmente, acabou!

 

De tudo fizemos para lhe colocar a cabeça no lugar. O que ela tinha sido ao longo daqueles 15 anos era apenas uma professora bem sucedida, excelente dona de casa, mãe extremosa, não de dois, mas sim de três filhos.

 

Exigimos que parasse de chorar e lamentar-se. Afinal tinha-lhe saído a sorte grande! O gajo que fosse chamar “mãe” a outra.
Depois dessa semana fomos falando. A voz começou a alterar-se, o humor também e o tempo, por parte dela, passou a ser mais escasso para os nossos encontros. Reunimos de bandada e exigimos a presença dela.

 

Mas afinal que se passa? Ok. Nunca vos tinha dito por diplomacia, mas por vezes achava-vos perversas quando falavam dos vossos desejos e fantasias sexuais. Agora têm de me dar tempo até que comece a respirar. Estou “sufocada” numa tórrida paixão com aquele professor de História que olhava para mim com um olhar atrevido que me fazia corar.

 

Ainda bem que, apesar de tudo, me lembro de algumas das nossas conversas. E, dos últimos 15 anos, só recordo os bons momentos com os meus filhos.

Beijocas

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